Turismo tem base no artesanato, nos doces e na culinária

 
     
 

O município tem apostado e muito na capacidade de seus artistas e artesãos para impulsionar o turismo. Nesta área, a diversificação de técnicas e materiais usados têm chamado a atenção dos turistas e também de investidores.

Há, por exemplo, empresários de Gramado, na serra gaúcha, que viajam a Rancho Queimado especialmente para comprar o artesanato local e revendê-lo em suas lojas. Artesanato em papel, madeira e palha de milho, pinturas em tela, crochê, tricô, costura, integram a lista de especialidades dos artesãos.

Muitos deles são conhecidos por suas habilidades e por estarem há alguns anos no mercado de trabalho. Vó Nair, aos 77 anos, trabalha com vários tipos de material, mas a maior parte é feita em palha de milho. Ela faz exposição também na Casa da Alfândega, em Florianópolis. O filho, Almir Beretta, é especialista no artesanato em madeira.
Clarice Krauss trabalha em madeira e gesso há cinco anos, tendo seu ateliê quase ao lado de Vó Nair, na rua de entrada da cidade. Cecília Ivone Fleger diz que prefere trabalhar com crochê. Ela expõe em sua casa objetos em madeira, pinturas, bordados, produzidos por outros artesãos.

Importante para o município é também o trabalho de Valdevino Weiss, o Vino, que cria facas artesanais de alta qualidade. Também se destaca a produção de lajotas em relevo ou desenhadas, da Fattoria di Bernardi.

 
 

 

 
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  Rancho Queimado Turismo
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