Caminhos da Imigração são objetos de estudo  
     
 

Representantes de Rancho Queimado na reunião em Santo Amaro da Imperatriz

No ano em que a imigração alemã completa 180 anos em Santa Catarina (1829/2009), o historiador Toni Jochen está concretizando um projeto cuja iniciativa recebe o apoio de oito dos municípios de colonização alemã no Estado. O projeto Caminhos da Imigração Alemã reúne as raízes germânicas e agora tem na coordenação do grupo gestor dos trabalhos o secretário municipal de Turismo de Rancho Queimado, Gilson José Schmitz.
Inúmeras reuniões foram realizadas desde o começo do ano para debater ações, organizar a busca de recursos, de divulgação e as formas de fortalecer os equipamentos turísticos existentes nos municípios participantes. O fundamento do projeto propõe o desenvolvimento turístico regional.
Toni Jochem, descendente de alemães, graduado em Filosofia e mestre em História Cultural pela UFSC, especializado na linha de pesquisa Migrações, Cultura e Identidade, idealizador do projeto, já escreveu seis livros sobre o tema e organizou outros. Também integra a Academia de Letras de Santo Amaro da Imperatriz e é sócio efetivo do IHGSC (Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina).

Propostas
O projeto Caminhos da Imigração Alemã, para possibilitar o fortalecimento do turismo nos municípios que reúne, sugere o uso dos equipamentos turísticos já existentes nos municípios de Águas Mornas, Angelina, Anitápolis, Antônio Carlos, Rancho Queimado, Santo Amaro da Imperatriz, São Bonifácio e São Pedro de Alcântara. “O potencial é imenso no turismo colonial, termal, religioso, rural, histórico e ecológico”, diz Toni.

 
 

 

 
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