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PRODUTOS da colônia, como doces, geléias, bolos, biscoitos, queijos e mel chamam a atenção pela qualidade, assim como o artesanato local, em madeira e palha.
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A maioria dos habitantes de Rancho Queimado está na área rural. Além do cuidado com a produção de leite, aves, gado, criação de cavalos e produção de hortigranjeiros, muitos se especializaram na elaboração de produtos coloniais.
Agregaram a seus costumes a elaboração de doces, mel, pães, bolos, cucas e biscoitos, geleias, compotas e licores.
A gastronomia do município tem
uma história rica, que passa pelas mãos hábeis dos tropeiros que povoaram a região e pela herança dos colonizadores alemães.
Rancho Queimado tem as geleias e licores de Solange Eli, em Taquaras, e as especialidades feitas com morango, como os bombons de Nazaré Floriano, as tortas doces de Merinha Waltrich, a pizza de morango e chocolate de Alessandra Cavalcanti e o suco de morango orgânico de Cordélia Kiener.
Artesanato
Muitos dos artesãos locais são conhecidos por suas habilidades e por estarem há alguns anos no mercado de trabalho. Nair Beretta, a Vó Nair, 77 anos, trabalha com vários tipos de materiais, mas seu carro-chefe é a palha de milho. Expões seus trabalhos no atelier de sua casa e também na Casa da Alfândega, em Florianópolis. O filho, Almir Beretta, é especialista no artesanato em madeira.
Clarice Krauss trabalha em madeira e gesso há cinco anos. Já Cecília Ivone Fleger, aos 55 anos, diz que prefere trabalhar com crochê. Ela expõe em sua casa objetos em madeira, pinturas e bordados produzidos por outros artesãos.
IÉ muito conhecido e de grande importância no município o trabalho de cutelaria de Valdevino Weiss, o Vino, que cria facas artesanais de alta qualidade, tendo seus produtos em diversos países. Também se destaca a produção de lajotas em relevo ou desenhadas, da Fattoria Di Bernardi. |